O fim do mundo de ontem: governo AD depende do Chega
Ventura chumba Orçamento se a AD não negociar com o Chega. Com o PS a recusar apoio aos orçamentos da coligação, a única possibilidade é um acordo com a direita radical populista. O mundo mudou.
Quase cinquenta deputados. Um partido fundado em 2019 por um ex-militante do PSD, espalhando as suas posições xenófobas, anti-imigração e “anti-ideologia de género” (seja lá o que isso for), transformou-se subitamente em peça essencial para o futuro governo da Aliança Democrática (AD).
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