Estamos espraiados no convés de um futreau, com uma garrafa de Paul Buisse branco, queijo de cabra e a companhia do rio Loire e do vale que o observa. Por momentos, voltamos à Idade Média. Somos vikings, olhamos pasmados para as vilas, para as grandes obras arquitectónicas (os châteaux) e para os terrenos que foram cultivados e moldados por séculos de interacção entre as populações locais e as características do próprio Loire. Conquistamos. Brindamos a Ragnar Lodbrok.
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