Em Weathering, Faye Driscoll coreografa para todos os sentidos

É uma soberba escultura: 70 minutos de corpos a entrar uns pelos outros, com sons, cheiros e movimentos lentos a exigir atenção. Sábado e domingo em Lisboa, 8 e 9 no Porto.

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Imagens, suor, cheiros e sons: Weathering é como uma “jangada a atravessar o Antropoceno” Maria Baranova
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Não é logo evidente. Durante os primeiros minutos de Weathering, após se calarem as vozes de um coro que nomeia partes do corpo, a impressão é a de estarmos a assistir a dez intérpretes, vestidos com roupas do dia-a-dia, estáticos, parados em cima de uma plataforma quadrada, de olhar perdido em volta, comprometidos com o silêncio.

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