Pedro Nuno entre a promessa cumprida no Barreiro e o sapateiro Ventura de Torres
Socialistas procuram esquecer desconforto do comício da Aula Magna, mas as duas arruadas do dia são das que menos enchem o olho nesta campanha.
No final de uma rua vazia e estreita, e sem lojas, na zona antiga da cidade de Torres Vedras há uma porta aberta. É um sapateiro. Pedro Nuno Santos entra onde mal cabem três pessoas entre o balcão e a porta, cumprimenta os primos Elisabete e João Silva atrás do pequeno balcão. Diz-lhes: “A minha família também começou nos sapatos” e sai pouco depois. “Nós achamos que ele é simpático, mas ser de uma família de sapateiros não influencia nem para um lado nem para o outro”, avisa Elisabete, que também faz questão de explicar que o Sapateiro Ventura era o avô, que abriu a loja em 1984. E um nome também não determina afinidades políticas, diz. Não é preciso mais para se saber do que fala.
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