“Eu ouvia vozes, era uma voz inquietante, que só parava quando eu fumava o bloom”
O bloom tomou conta de bairros como o das Malvinas, Câmara de Lobos, ou da Baixa do Funchal, onde Marcelo ou Vanessa se entregam a uma lógica destrutiva. As drogas sintéticas alastram na Madeira.
O castanho dos olhos de Mário são como um poço sem fundo, e o branco dilui-se num vermelho de quem mergulhou deixando-se assim ficar, por algum tempo — de olhos muito abertos.
O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.