Já se sabia que estava praticamente sozinho, sem apoios para continuar. Faltava só um gesto ou uma palavra de Pablo Casado para confirmar que aceita o destino traçado na última semana, desde que os mais recentes episódios da sua guerra com a presidente da região de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, se tornaram públicos e lhe explodiram na cara. As palavras – e o gesto – chegaram durante a sessão plenária do Congresso, um dia depois do galego Alberto Núñez Feijóo ter deixado entender que aceita apresentar-se à sucessão e quando se sabe que isso é o que desejam praticamente todos os barões do Partido Popular.
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