A nossa condição periférica
É ano da Bienal de Veneza e da Documenta de Kassel. Portugal continua de fora dos grandes circuitos das boas exposições mundiais.
Tal como sucedeu em 2021, 2022 vai ser o ano em que tentaremos regressar à normalidade. Normalidade significa, aqui, ausência de encerramentos de museus e galerias, programas vocacionados para durar todo o ano, a esperança do regresso a alguma interacção pessoal tão necessária num meio onde os protagonistas, os artistas, trabalham quase sempre na solidão do atelier, sem poderem trocar ideias com os seus pares.
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