Um político dar entrevistas sobre orientação sexual é a excepção. Nos últimos cinco anos houve cinco

Paulo Rangel falou neste sábado sobre a sua homossexualidade. Antes, Graça Fonseca, Adolfo Mesquita Nunes, Sandra Cunha e André Moz Caldas também o fizeram.

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Graça Fonseca, actual ministra da Cultura, do PS LUSA/TIAGO PETINGA
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Adolfo Mesquita Nunes, ex-dirigente do CDS Daniel Rocha
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André Moz Caldas, secretário de Estado da PCM Rui Gaudencio

Não é a regra, mas sim a excepção. Em Portugal, os políticos que se sentiram impelidos a falar sobre a sua homossexualidade em público contam-se pelos dedos de uma mão. Aconteceu quatro vezes nos últimos cinco anos: Adolfo Mesquita Nunes (CDS), Graça Fonseca (actual ministra da Cultura), Sandra Cunha (deputada do Bloco de Esquerda), André Moz Caldas (secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros​) e agora Paulo Rangel (eurodeputado do PSD).

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