A decisão tomada pelo Governo de libertar 1853 reclusos, como forma de garantir medidas de controlo e prevenção do contágio pelo novo coronavírus no meio prisional, não foi devidamente acompanhada e fez com que muitos engrossassem o contingente de pessoas em situação de sem-abrigo. A crítica é da Provedora de Justiça, Ana Lúcia Amaral, para quem o aumento das pessoas sem tecto ou sem casa durante 2020 decorreu igualmente entre a população migrante e os que sofreram “perda súbita de empregos, na sua maioria já precários”.
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