Lula da Silva garantiu estar com energia “para lutar” e não pensar em desistir, e pareceu sublinhá-lo não só com a vivacidade do discurso como com o tempo em que esteve a falar de improviso e ainda a responder às perguntas dos jornalistas, esta quarta-feira, na primeira vez em que comentou publicamente a decisão do Supremo Tribunal Federal brasileiro de anular as suas condenações. Apresentou-se como contraponto ao actual Presidente, Jair Bolsonaro, em geral e em particular na gestão da pandemia, lembrou pontos altos do tempo em que o Partido dos Trabalhadores (PT) esteve no poder, consigo ou com Dilma Rousseff, e pediu duas vezes: “Não tenham medo de mim”.
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