PJ precisava de “dez vezes mais pessoas” para analisar informação de Rui Pinto

Inspector José Amador relembrou dificuldades em analisar milhões de ficheiros, sendo que a grande maioria dos dados permaneceu encriptado. Responsável reconhece que, em algumas áreas, conhecimentos de Rui Pinto não têm par.

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Rui Gaudencio

O calendário era o pior inimigo da unidade de cibercrime da Polícia Judiciária (PJ): nove discos rígidos de Rui Pinto permaneciam inacessíveis devido à avançada blindagem criptográfica aplicada pelo denunciante, mas os restantes três tinham um manancial de informação que a PJ não tinha capacidade de analisar em tempo útil. Ainda foi feito o pedido para ser reconhecida a especial complexidade do processo, algo que daria mais seis meses à equipa de investigadores, mas o pedido foi indeferido e o prazo aproximava-se a passo rápido.

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