PAN denuncia à Ordem advogado que quis afastar juíza por ser “mulher e certamente mãe”
Advogado de um homem condenado por violar a própria filha apresentou um requerimento pedindo que a juíza fosse “substituída por um juiz desembargador homem”. O advogado afirma que foi apenas um exemplo ilustrativo. A magistra respondeu: “Ser mãe e mulher não é um motivo sério e grave para pedir escusa ou julgar-me impedida.”
O PAN (Pessoas-Animais-Natureza) apresentou nesta quinta-feira uma denúncia ao Conselho de Deontologia da Ordem dos Advogados contra Pedro Proença, o advogado de um homem condenado por violar a própria filha que apresentou um requerimento pedindo que a juíza desembargadora Adelina Barradas de Oliveira se afastasse do processo para que fosse “substituída por um juiz desembargador homem”.
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