Robô humanóide contratado por dois dias como recepcionista no Japão

Equipamento recebe clientes de loja japonesa com apresentação de serviços disponíveis mas não responde a questões.

Aiko Chihira tem uma aparência muito semelhante ao de uma mulher real
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Aiko Chihira tem uma aparência muito semelhante ao de uma mulher real KAZUHIRO NOGI/AFP
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Há cerca de uma semana, o robô Nao estreava-se num banco também na capital japonesa. O pequeno robô, com apenas 60 centímetros de altura, foi colocado na sede do Bank of Tokyo, unidade bancária do grupo financeiro Mitsubishi UFJ para desempenhar funções de apoio aos clientes, em 19 línguas, além do japonês. O Nao consegue analisar expressões faciais e comportamento humanos.

Antes, o gigante nipónico das telecomunicações Softbank já tinha apresentado Pepper, o primeiro robô pessoal que lê emoções, através da análise de gestos, expressões e tons de voz. O robô, que já está à venda no Japão por cerca de 1500 euros, está actualmente a ser usado no país pela Nestlé, que adquiriu mil Peppers para servirem de assistentes aos vendedores das suas máquinas de café em lojas de electrodomésticos.

Esta segunda-feira, a robô humanóide da Toshiba Aiko Chihira, cuja aparência é muito semelhante ao de uma mulher real, começou a receber os clientes da Mitsukoshi e a prestar-lhes algumas informações sobre a loja. Seja qual for o desempenho de Aiko Chihira, a sua “contratação” termina na terça-feira

Segundo a empresa japonesa, só a cabeça do robô tem 15 partes distintas, o que permite que mova os olhos e a boca de forma quase natural, sorria e cante. Aiko Chihira não responde a questões através de uma conversa, como Nao, mas consegue dar indicações aos clientes através de uma apresentação dos serviços de que o estabelecimento dispõe e que repete sempre que é abordada.

Hitoshi Tokuda, da Toshiba, citado pelo The Japan Times, explica que o objectivo da empresa é desenvolver um robô que “gradualmente consiga fazer o mesmo que um ser humano”. “O padrão de atendimento na loja Mitsukoshi é de qualidade superior e esta é uma grande oportunidade para ver que papel o nosso humanóide pode ter nesse tipo de ambiente”, acrescenta o responsável.

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