Uma das grandes surpresas da temporada, este filme Jean-Claude Biette, o primeiro do seu autor a estrear em Portugal, pela mão do produtor, Paulo Branco, tem, desde logo, a vantagem de esboçar um olhar distante, mas mágico sobre Portugal, que lhe serve de cenário. Depois, e embora nunca deixe de lembrar o melhor Jacques Rivette, o de "Céline e Julie Vont en Bateau", o filme faz da deambulação um sonâmbulo percurso por um tempo sem tempo, com personagens inolvidáveis e a fabulosa presença de Jeanne Balibar.
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