Vacinas anticovid. Agência Europeia do Medicamento tem estudos a indicar prazos mais curtos para a dose de reforço
Instituição confirmou ao PÚBLICO ter estudos preliminares que apontam para que quando se administra uma vacina de outro tipo a quem foi imunizado com vacinas do tipo vector viral os anticorpos aumentam mais rapidamente. EMA vai fazer recomendação pública em breve.
A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) dispõe de estudos sobre a administração da dose de reforço com uma vacina diferente da usada nas doses iniciais, nomeadamente quando a vacina usada anteriormente foi do tipo de vector viral (a AstraZeneca e a vacina da Janssen), que indicam que pode ser encurtado o intervalo agora exigido de seis meses entre a segunda dose e a dose de reforço. Talvez assim possam ser vacinados mais rapidamente os 800 mil portugueses com mais de 65 anos que, de acordo com as regras actuais, só podem receber a dose de reforço a partir de 2022, pois receberam a segunda dose a partir de Julho.
A verdade faz-nos mais fortes
Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.
A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) dispõe de estudos sobre a administração da dose de reforço com uma vacina diferente da usada nas doses iniciais, nomeadamente quando a vacina usada anteriormente foi do tipo de vector viral (a AstraZeneca e a vacina da Janssen), que indicam que pode ser encurtado o intervalo agora exigido de seis meses entre a segunda dose e a dose de reforço. Talvez assim possam ser vacinados mais rapidamente os 800 mil portugueses com mais de 65 anos que, de acordo com as regras actuais, só podem receber a dose de reforço a partir de 2022, pois receberam a segunda dose a partir de Julho.