Com a estreia, há poucas semanas, do magnífico O Que Arde, de Oliver Laxe, não foi a primeira vez que o “novo cinema galego” — designação fixada faz agora uma década pelo crítico Martín Pawley — era mostrado em Portugal. Era, contudo, a primeira vez que, entre nós, saía do circuito de festivais, onde nomes como Laxe, Eloy Domínguez Serén (Hamada), Eloy Enciso Cachafeiro (Arraianos, Longa Noite) ou Lois Patiño (Costa da Morte) eram já presenças regulares.
Opinião
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