Sondagem da Pitagórica para o Jornal de Notícias e TSF dá um PS “à beira” da maioria aboluta, com 43,6% das intenções de voto. PSD, em perda, fica pelos 20,4%.
Vasco Pulido Valente escreve que “o Bloco, sendo um partido-espectáculo, não se distingue bem da ala esquerda do PS. Essa vizinhança, que, ainda por cima, é geracional, ameaça o equilíbrio do PS”.
Catarina Martins insiste na legislação laboral como bandeira do programa eleitoral do Bloco de Esquerda e vinca que nos últimos quatro anos foram os bloquistas que mantiveram a estabilidade da governação.
Devido às férias judiciais, a fiscalização preventiva da lei pedida pelo Presidente vai acabar por ser analisada por apenas seis dos 12 juízes em funções. Mas o “chumbo” parece estar garantido, pois o diploma não respeita a jurisprudência do Tribunal Constitucional.
A líder do Bloco de Esquerda disse lembrar-se “do que foi ter um português presidente da Comissão Europeia na altura da crise financeira internacional” e de “como isso foi desastroso para o nosso país”.
Jornal económico publicou editorial em que se escreve que Portugal dá “alguma esperança” à Europa, apesar do trabalho que ainda precisa de ser feito. Bloco, CDS e PSD reagiram.
O primeiro-ministro entende que não é tempo de “tricas entre políticos”, mas de cada partido dizer o que quer para o futuro do país.
A líder do BE diz que não se entende que o Governo não autorize a despesa em hospitais e no INEM uma vez que está orçamentado o investimento necessário e na saúde não há cativações.
Há muitos produtos tóxicos para a credibilidade da política e um dos mais tóxicos é a dissimulação.
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