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Carvalho da Silva foi durante 35 anos dirigente da CGTP

Carvalho da Silva sente-se “óptimo” na primeira manifestação liderada por Arménio Carlos

11.02.2012 - 17:16 Por Lusa

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 (Nuno Ferreira Santos)
Carvalho da Silva foi hoje cumprimentar o novo líder da CGTP na primeira manifestação, após 25 anos de liderança da central sindical, em que participa fora dos palcos, papel em que se sente “óptimo”, disse o sindicalista à Lusa.

Arménio Carlos vive hoje a sua primeira manifestação organizada pela CGTP enquanto secretário-geral. Quando encabeçava a coluna de manifestantes, a meio da rua do Ouro, em Lisboa, o dirigente sindical foi abordado por Carvalho da Silva, que o cumprimentou, num gesto de apoio ao sucessor perante os aplausos dos manifestantes que assistiram ao momento.

Questionado pela Lusa sobre como se sentia fora dos palcos da CGTP pela primeira vez em 25 anos, Carvalho da Silva respondeu que se estava a sentir “óptimo”, escusando-se a mais comentários.

Carvalho da Silva foi durante 35 anos dirigente da CGTP e, nos últimos 25, liderou a central sindical, de que saiu no último congresso, em Janeiro.

Convidado pelo novo dirigente a juntar-se à cabeça da manifestação, Carvalho da Silva declinou e afastou-se discretamente, sempre de mão dada com a filha.

Apesar da tentativa de Carvalho da Silva de passar discreto, foi sucessivamente abordado por manifestantes que entre palavras de apoio e de agradecimento faziam questão de o abraçar e beijar.

Milhares de pessoas estão hoje a descer a rua do Ouro até ao Terreiro do Paço, em Lisboa, numa manifestação organizada pela CGTP, empunhando cartazes dos mais tradicionais (“Não às desigualdades e ao desemprego”) aos mais criativos (“Piegas unidos”).

No âmbito da manifestação nacional da CGTP estão previstas quatro pré-concentrações que confluirão para a Praça do Comércio: os trabalhadores do distrito de Lisboa vão primeiro concentrar-se nos Restauradores; os de Setúbal partem do Cais do Sodré; os de Viseu, Coimbra, Guarda, Castelo Branco, Leiria, Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Algarve vão sair de Santa Apolónia e os de Viana do Castelo, Braga, Bragança, Vila Real, Porto e Aveiro vão desfilar a partir do Martim Moniz.

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Comentário + votado

que

que esse aperto de mão seja o símbolo da unidade que se exige entre todos os que defendem o fim do ...

jo0aquim horácio serra leitão

12.02.2012 15:30

X

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