O Vaticano, Israel e a Coreia do Norte vão ser os próximos alvos da onda de revelações de documentos secretos do site WikiLeaks, anunciou um jornalista que trabalha com o site de Julian Assange em entrevista ao britânico "Daily Telegraph".
O jornalista James Ball disse que jornais de todo o mundo vão estar ocupados durante meses com estas revelações, e o que o site irá divulgando uma série de documentos confidenciais de vários locais do globo.
As últimas revelações da WikiLeaks, fundada por Assange, tiveram uma resposta “fenomenal” com 5,7 milhões de pessoas a visitar o site nas últimas 24 horas, acrescentou Ball.
Em relação aos telegramas diplomáticos dos EUA, soube-se que a escolha de Bento XVI para suceder a João Paulo II apanhou os diplomatas americanos de surpresa – estes esperavam que Joseph Ratzinger teria muitos votos de cardeais mas não que chegasse a obter o apoio suficiente para se tornar Papa.
A sua passagem forçada pelo Exército no final da II Guerra Mundial, acreditavam os diplomatas, seria um dos factores determinantes para que Ratzinger não conseguisse chegar a Papa, estimavam, de acordo com a informação da WikiLeaks citada pelo site do jornal britânico "Catholic Herald". Quando foi anunciado que a escolha era Ratzinger, os diplomatas americanos no Vaticano enviaram um telegrama dando conta do seu “choque”.



