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Às duas estavam em 6,876 por cento

Juros da dívida rondaram os sete por cento antes de baixarem

09.11.2010 - 14:50 Por Paulo Miguel Madeira

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O ministro das Finanças disse que juros de sete por cento podiam levar a considerar ajuda externa O ministro das Finanças disse que juros de sete por cento podiam levar a considerar ajuda externa (Cláudia Andrade/ arquivo)
Os juros da dívida pública portuguesa a dez anos desceram ligeiramente desde o final da manhã, depois de terem batido novos máximos desde que existe euro e terem roçado os sete por cento.

O novo máximo ficou agora em 6,975 por cento, entre as 11h42 e as 11h43, já depois de o PÚBLICO ter noticiado um novo recorde nos 6,966 por cento, no registo que o terminal da agência Reuters faz ao minuto das taxas de juro implícitas nas transacções entre operadores nos mercados secundários.

A partir dessa hora, entra-se numa tendência de queda que levou a taxa das obrigações a dez anos para os 6,876 por cento pouco depois das 14h, quando a margem face às obrigações equivalentes alemãs tinha recuado para 451,5 pontos-base, depois de ter atingido os 461 pontos-bases.

Entretanto, a RTP e a SIC noticiaram que momentaneamente as taxas da dívida a dez anos superaram a barreira psicológica dos sete por cento, que o ministro das Finanças disse há cerca de um mês ser um nível que levaria a considerar uma eventual operação de ajuda financeira externa.

Segundo o sites da RTP, a agência Bloomberg registou uma taxa de 7,02 por cento. A SIC noticia uma taxa de 7,008 por cento às 9h54. De acordo com o terminal da agência Reuters, cujos serviços o PÚBLICO utiliza, àquela hora a taxa era de 6,959 por cento.

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O Publico é fascista

Tenho vindo a testar este site e o que posso dizer é que aqui os comentários que põe ...

Akaaka

09.11.2010 19:10

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